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DEAD BY DAYLIGHT .

SUMÁRIO SURVIVAL HORROR! .

GUIA THE LAST OF US .

Ao concluir a campanha de Resident Evil Requiem, os jogadores desbloqueiam um documento especial: o relatório pessoal de Grace Ashcroft.

O arquivo reúne observações confidenciais, reflexões sobre os acontecimentos da missão e informações complementares que ajudam a compreender melhor os eventos que marcaram o jogo.

Pensando nos fãs que desejam analisar cada detalhe da narrativa e mergulhar ainda mais fundo na história, reunimos abaixo o conteúdo completo do relatório, preservando sua estrutura original.

Este material funciona como uma extensão direta da campanha, trazendo novos olhares sobre personagens, motivações e as consequências do incidente investigado.

 Atenção: O conteúdo a seguir contém spoilers importantes da história.

Relatório da Grace

A Verdade por trás de Raccoon City


Introdução

Em 1998, Raccoon City foi destruída por uma enorme epidemia causada por um vazamento viral da gigante farmacêutica, Umbrella.

O governo dos Estados Unidos respondeu com o lançamento de um míssil para eliminar os infectados e construir um bloqueio para fechar a cidade.

Em 2004, após um julgamento no tribunal, a Umbrella Corporation decretou falência. Jamais houve a publicação de um relatório completo daqueles eventos. 

No entanto, em outubro de 2026, foi descoberto que a cidade estava servindo como centro de produção e tráfico de armas biológicas. Este relatório revela que a narrativa estabelecida do Incidente em Raccoon City foi falsificada e esclarece verdades recém-descobertas sobre o incidente.


1968

Para entendermos a verdade, precisamos voltar ao início de tudo. Em 1968, Ozwell S. Spencer, James Marcus e Edward Ashford fundaram a Umbrella Corporation.


Anos 1970

Desde o início da Umbrella, a empresa enfrentou rápidas mudanças e conflitos internos intensos. O mais notável deles sendo a divisão ideológica entre Spencer e Marcus.

De acordo com os registros do tribunal, o conflito foi citado como fator principal que levou aos desenvolvimentos incomuns que se seguiram.

Em 1978, James Marcus desenvolveu o vírus que se tornaria a causa da epidemia subsequente.


Anos 1980

Esse período é essencial para compreender a base do que causou o incidente e a verdade por trás de todo o caso.

A influência de Spencer e a Criação da ARK

Spencer usou políticas internas para que Marcus fosse rebaixado, remanejando a pesquisa do Vírus T a uma instalação sob seu controle. A partir de então, a Umbrella passou a pesquisar e desenvolver armas biológicas ativamente sob a liderança de Spencer.

A instalação subterrânea conhecida como ARK, descoberta durante acontecimentos recentes, servia originalmente como centro administrativo de pesquisa da Umbrella.

Também foram descobertos vários documentos que descrevem os planos de Spencer para ARK.


Trecho dos registros confiscados:

"Revisão Estratégica de Longo Prazo 1980_0422"


Plano de Pesquisa Integrada Focada na ARK

Fase 1: investimento concentrado no plano de Wesker no Vírus T.

Fase 2: estabelecimento da ARK como centro de comando.

Fase 3: desenvolvimento da Elpis.

Fase 4: transferência da memória, evolução forçada.

Esta é a primeira ocorrência registrada de uma palavra-chave significativa: Elpis


Envolvimento da The Connections

Também foram descobertos os seguintes documentos a respeito do envolvimento de Marcus.

Trecho dos registros confiscados:

"Recibo de Doação 1986_0138"

Destinatário: James Marcus

Remetente: Fundação F

Valor: US$ 30.000.000

Este documento mostra um fluxo suspeito de fundos direcionados ao Marcus.

Investigações passadas do FBI revelaram que a fonte dos fundos, a Fundação F, era só uma organização de fachada da Conexões. (A Fundação F não existe mais.)

A Conexões é uma organização criminosa sobre a qual diversas agências governamentais vêm alertando há anos. Esse grupo ilícito está no centro disso tudo. 

Evidências indicam que a Conexões buscou se envolver com as operações centrais da Umbrella.

Outros documentos pertencentes a Brandon Bailey, discípulo de Marcus, foram descobertos.


Trecho de registros confiscados:


"REgistro de Telégrafo 1988_0996"

Remetente: Brandon Bailley

Destinatário: Fundação F

As preparações terminaram. Acho que chegou a hora de entrarem em contato diretamente comigo, não?


Aguardando resposta.

Isso mostra que Bailey sucedeu Marcus, assumindo a correspondência com a Conexões.

Havia boatos de que Bailey era o fundador da Conexões, mas pode ser que ele tenha sido apenas uma peça do quebra-cabeça. Agora, acreditamos que a Conexões tem fortes vínculos no submundo do crime desde antes dos anos 1980.


Ainda se sabe pouco sobre a Conexões.


Expurgo de Spencer

Para obter controle absoluto sobre a Umbrella, Spencer usou a força para lidar com oposições internas e adversários influentes.

Uma lista desses indivíduos, aparentemente feita por um associado de Spencer, foi descoberta recentemente.

Trecho dos registros confiscados:

"Lista de Reavaliação"

Conforme os protocolos de reavaliação do CEO, medidas serão tomaras contra os seguintes indivíduos:

- Cheryl Moore

- Michael Kramer

- James Marcus

............

[Omitido]


Anos 1990

Nesse período a Umbrella continuou crescendo

e se expandindo graças aos vínculos com o governo.

A organização ficou tão grande que Spencer não conseguia mais controlá-la totalmente.

Devido à má gestão, vários acidentes ocorreram nas instalações da Umbrella pelo mundo.

Além disso, por causa de espiões infiltrados, informações começaram a vazar para organizações adversárias e a Conexões.

Ainda assim, apesar das circunstâncias, Spencer conseguiu proteger totalmente sua pesquisa na ARK. A pesquisa: Elpis.

Embora a maioria dos registros sobre Elpis tenham se perdido na destruição da ARK, alguns ainda permanecem.


Trecho dos registros confiscados:

"Mensagem do Spencer, 199...[Sem Dados]"

Tricel, H.C.F., A Família e Umbrella.

A Elpis acabará com tudo.

[Dados Conrrompidos]


A única informação que vazou sobre a Elpis, foi que ela tinha potencial para mexer com o equilíbrio militar de todo o mundo.

No entanto, uma senha conhecida apenas por Spencer era necessária.


O que é Elpis?


Elpis é um poderoso medicamento antiviral.

No entanto, quem o procurava não sabia disso. A Conexões e outros grupos do mercado clandestino acreditavam, equivocadamente, que era uma arma biológica com o poder de controlar a mente humana.

Essa confusão deve ter surgido da feroz competição em torno do desenvolvimento de armas biológicas.

Todos sabiam que Spencer, desenvolvedor da Elpis, buscava a evolução e o controle da humanidade por meio da tecnologia viral.


Conclusão da Elpis

Com base nos dados extraídos dos registros confiscados e nas mudanças comportamentais de Spencer, acreditamos que Elpis tenha sido concluída no meio dos anos 1990.

Após esse período, os registros mostram uma queda significativa no número de declarações públicas feitas por Spencer.

Além disso, uma queda similar de atividades também foram observadas no Orfanato de Raccoon City.

Suspeita-se que as crianças de lá vinham sendo usadas em experimentos da Umbrella havia muito tempo.

Embora Spencer sempre visitasse o Orfanato, os registros indicam que ele parou nos anos 1990.

Além do mais, o Orfanato estava sob jurisdição de pesquisa de William Birkin no fim daquele período.

Birkin se voltou contra Spencer, o que resultou no vazamento do Vírus T.


1998 - O Incidente em Raccoon City

O Vírus T vazou da instalação de pesquisa da Umbrella, causando uma epidemia sem precedentes. Em resposta, o governo decidiu lançar um míssil na cidade, sob o pretexto de conter a disseminação.

No entanto, foi aqui que nos enganaram. O míssil não foi lançado para impedir a propagação da infecção. 

Um plano foi criado para prejudicar a relação entre o governo e a Umbrella, e para que a culpa pelas atividades ilegais recaísse sobre Spencer.

Registros encontrados indicam que a Conexões pressionou em favor do lançamento do míssil. 


Trechos dos registros confiscados:

"Registro de Acesso: Atas da 1º Assembleia"

ARK foi assegurada. Iniciar o lançamento do míssil. A culpa recairá somente sobre Spencer. Com isso, a Umbrella será dissolvida e confiscaremos seus ativos.

O objetivo era a aquisição dos ativos da Umbrella, particularmente o que achavam que abalaria o equilíbrio miitar mundial: Elpis.

Por causa do envolvimento de Bailey, a Conexões sabia dos trabalhos internos da Umbrella antes do Incidente em Raccoon City. Isso fez com que eles assegurassem ARK imediatamente, após instruírem o governo a realizar o ataque.


Após o Incidente em Raccoon City


Julgamentos da Umbrella

Como muitos sabem, julgamentos ocorreram após os eventos do incidente em Raccoon City.

Depoimentos dos sobreviventes de Raccoon City, somados às provas enviadas pelo Consórcio Farmacêutico Global, demonstraram o escopo das atividades nefastas da Umbrella.

Provas contra Spencer foram apresentadas nos julgamentos por seu subordinado, Albert Wesker. 

Agora está claro que Wesker tinha ligação com a Tricell, que por sua vez possuía fortes laços com a Conexões.

Portanto, é muito provável que tanto o governo quanto as Conexões tenham influenciado os julgamentos.

Em 2004, após o resultado dos julgamentos, a Umbrella foi obrigada a declarar falência.

Exatamente como a Conexões e o governo queriam, Oswell E. Spencer, por ser o CEO, foi responsabilizado e sumiu dos holofotes.


Aquisição da ARK

A Conexões e o governo tomaram a ARK durante o incidente em Raccoon City.

A partir de então, a ARK passou a servir como base para pesquisa, desenvolvimento e distribuição de armas biológicas.

Também foram confiscados documentos que acredita-se serem listas de transações.

Essas listas contêm os concorrentes da Umbrella, além de organizações que já foram culpadas por atividades ilegais no passado.

Infelizmente, a maioria das provas se perdeu em meio ao colapso da ARK. Ainda tentam recuperá-las, mas o sucesso é improvável.


Proliferação do Bioterrorismo.

Após o incidente em Raccoon City, os vírus transformados em armas desenvolvidas pela Umbrella vazaram. 

Depois, casos de bioterrorismo usando essa tecnologia se alastraram pelo mundo.

Em 2013, o Presidente Adam Benford foi assassinado em um ataque bioterrorista. Agências de inteligência relatam que o presidente queria revelar toda a verdade sobre o incidente em Raccoon City.

É provável que ele soubesse dos fatos revelados nesse relatório. 


Últimos Anos de Spencer

Sobraram poucos registros sobre Spencer após a dissolução da Umbrella, mas uma nova fonte de informação veio recentemente à tona: Uma entrevista conduzida por Alyssa Ashcroft.

Apesar de ser responsável por inúmeras atrocidades, Spencer demonstrou alguns sinais de remorso nessa entrevista.

Depois de perder tudo, ele buscou redenção.

Embora a Elpis seja um instrumento poderoso, capaz de neutralizar armas virais, ela também tem o potencial de ser uma panaceia usada para o bem.

É possível que os reais motivos do Spencer por trás da Elpis tenham sido paz e redenção.

Embora sua obsessão pela evolução da humanidade tenha permanecido em seus últimos anos de vida, a maioria dos depoimentos o descreve simplesmente como um velho senil.

Spencer morreu em 2006 em sua propriedade isolada. Suas verdadeiras intenções por trás do desenvolvimento da Elpis nunca serão descobertas.


Conclusão

Como podemos concluir a partir dos registros, a liquidação da Umbrella foi intencionalmente orquestrada pela Conexões e pelo governo dos Estados Unidos.

Além disso, eles estavam envolvidos em desenvolvimento ilegal e tráfico de armas biológias em Raccoon City.

O grau de envolvimento de governos passados e atuais requer mais investigações.

Muito sobre Conexões continua um mistério e a maioria dos registros sobre seu envolvimento foi destruído junto com a ARK.

Inúmeras vidas foram perdidas. Como oficiais do governo, nosso dever é buscar a verdade. No mínimo, descobri-la finalmente trará um desfecho para todas as vítimas dessas ações hediondas.


Grace Ashcroft, 

Analista de Inteligência do FBI

Conteúdo totalmente transcrito pelo site de Survival Horror → BiaPlay, qualquer cópia/reprodução do artigo, peço que os créditos sejam devidamente mencionados, obrigada!

 

Com a aproximação do lançamento de Resident Evil 9: Requiem, a Capcom já começou a revelar os primeiros nomes que farão parte do novo capítulo da franquia. Entre rostos inéditos e retornos marcantes, o jogo promete construir uma narrativa intensa, emocional e profundamente conectada ao passado da série.

Reunimos abaixo os personagens confirmados até o momento. Esse artigo será atualizado conforme novas informações forem reveladas ou após a experiência completa com o game.

Grace Ashcroft: Uma analista de inteligência do FBI com foco intenso e vasta capacidade para deduções e análises. A morte de sua mãe causou grande impacto, fazendo com que ela se fechasse cada vez mais, se concentrando apenas no trabalho. Ela parte sozinha para o hotel abandonado e inicia a investigação da morte misteriosa.

Leon S. Kennedy: Um dos sobreviventes do Incidente em Raccoon City. Com um profundo senso de justiça e capacidades físicas à altura. Ele enfrentou inúmeros surtos desde aquele dia fatídico. Agora, como um agente experiente da DSO no combate ao bioterrorismo, ele voltou para investigar a última série de mortes no Centro-Oeste.


Alyssa Ashcroft:
 Uma sobrevivente do incidente de Raccoon City e a mãe de Grace. Trabalhava como repórter em um jornal local quando o primeiro surto aconteceu. Com uma determinação inabalável e forte senso de dever, continuou investigando os segredos da Umbrella mesmo após o incidente. Até que...

Nathan Dempsy: Supervisor de Grace no FBI. Mesmo sabendo que Grace ainda sofre com a morte da mãe, ele a encarregou de investigar a recente série de mortes.


Emily: Uma menina que Grace encontra presa dentro do Centro de Cuidados. Ela é muito pálida e magra.


Victor Giden:
 O principal suspeito das mortes misteriosas que assolam os Estados Unidos. Fontes indicam que ele já foi especialista em pesquisa do T-Vírus na Umbrella Corporation, a empresa farmacêutica envolvida no Incidente de Raccoon City.


Esse artigo será atualizado conforme novas informações forem reveladas ou após a experiência completa com o game.


 

O quarto trailer de Resident Evil 9: Requiem simplesmente parou a comunidade. Repleto de tensão, revelações e cenas carregadas de simbolismo, o novo vídeo apresentado durante o State of Play trouxe uma enxurrada de informações que reacenderam teorias e elevaram ainda mais o hype para o próximo capítulo da franquia.

A apresentação aconteceu nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, em uma edição do evento promovido pela PlayStation com mais de 60 minutos de duração. E entre todos os anúncios, foi Resident Evil quem roubou os holofotes.

Ação intensa e horror psicológico caminham lado a lado

O nono episódio principal da saga promete equilibrar ação e horror psicológico em uma experiência que parece resgatar a essência clássica da série, sem abandonar a intensidade moderna vista nos títulos mais recentes.

O trailer revelou novos personagens, ambientações sombrias e ameaças ainda mais brutais. As cenas indicam que o perigo não será apenas físico, mas também emocional, algo que conversa diretamente com o peso simbólico do título Requiem.

Confira nossa análise e REact no Youtube

Leon retorna a Raccoon City  e algo parece errado

Um dos momentos mais impactantes do trailer foi a confirmação de que Leon S. Kennedy retornará à icônica Raccoon City, revisitando um de seus maiores traumas: a delegacia de polícia da cidade, a lendária RPD.

As imagens sugerem que Leon pode estar enfrentando algo além de fantasmas do passado. Em determinados trechos, é possível notar sinais de deterioração física, especialmente em sua mão, levantando confirmações sobre uma possível infecção progressiva, o que pode indicar um novo conflito biológico com impacto direto na narrativa.

Sobre Resident Evil Requiem (descrição do site oficial)

"Um corpo foi encontrado em um hotel abandonado no Centro-Oeste, o mais recente de uma série misteriosa de mortes ocorridas em todo o território dos Estados Unidos.

A analista de inteligência do FBI Grace Ashcroft foi designada para o caso, no mesmo local onde sua mãe foi assassinada oito anos antes. Porém, quando a notícia de que um policial desapareceu no hotel é revelada, o agente veterano Leon S. Kennedy também é enviado ao local.

Conforme os caminhos de Grace e Leon se cruzam, eles precisam enfrentar seus passados e descobrir a verdade por trás do Incidente em Raccoon City que mudou o mundo para sempre. Mas enquanto os terrores de suas memórias ecoam em suas mentes, eles reviverão o pesadelo... ou por fim oferecerão um réquiem para os mortos?"

O site oficial de Resident Evil Requiem também recebeu atualizações recentes, incluindo descrições mais detalhadas dos personagens, ampliando o contexto narrativo e reforçando o tom mais dramático e pessoal da história.

Confira a descrição dos personagens atualizada:

Grace Ashcroft: Uma analista de inteligência do FBI com foco intenso e vasta capacidade para deduções e análises. A morte de sua mãe causou grande impacto, fazendo com que ela se fechasse cada vez mais, se concentrando apenas no trabalho. Ela parte sozinha para o hotel abandonado e inicia a investigação da morte misteriosa.

Leon S. Kennedy: Um dos sobreviventes do Incidente em Raccoon City. Com um profundo senso de justiça e capacidades físicas à altura. Ele enfrentou inúmeros surtos desde aquele dia fatídico. Agora, como um agente experiente da DSO no combate ao bioterrorismo, ele voltou para investigar a última série de mortes no Centro-Oeste.

Alyssa Ashcroft: Uma sobrevivente do incidente de Raccoon City e a mãe de Grace. Trabalhava como repórter em um jornal local quando o primeiro surto aconteceu. Com uma determinação inabalável e forte senso de dever, continuou investigando os segredos da Umbrella mesmo após o incidente. Até que...

Nathan Dempsy: Supervisor de Grace no FBI. Mesmo sabendo que Grace ainda sofre com a morte da mãe, ele a encarregou de investigar a recente série de mortes.

Emily: Uma menina que Grace encontra presa dentro do Centro de Cuidados. Ela é muito pálida e magra.

Victor Giden: O principal suspeito das mortes misteriosas que assolam os Estados Unidos. Fontes indicam que ele já foi especialista em pesquisa do T-Vírus na Umbrella Corporation, a empresa farmacêutica envolvida no Incidente de Raccoon City.

Recentemente, gravamos um vídeo teorizando sobre os sobreviventes de Raccoon City, confira a seguir:


Resident Evil 9: Requiem chega em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, com versões via Steam, Epic Games Store e GeForce Now.

Beijos, Bia <3

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A conta oficial da franquia Resident Evil anunciou, por meio de seu perfil no X (antigo Twitter), que Resident Evil 9: Requiem já ultrapassou a marca de 5 milhões de adições às listas de desejos dos jogadores ao redor do mundo. Na publicação, a Capcom agradeceu o apoio do público e destacou que faltam apenas três semanas para o lançamento do aguardado survival horror. 

Em seu perfil no Instagram, o diretor do jogo, Koshi Nakanishi, também postou com um emote de "surpresa", reagindo a notícia. 

Recentemente, também foi confirmado que Resident Evil 9: Requiem estar entre os jogos mais aguardados da atualidade, ficando atrás apenas de Grand Theft Auto VI em rankings de expectativa divulgados por sites especializados.

Resident Evil 9 carrega um peso emocional significativo, conduzindo o jogador por uma narrativa repleta de mistérios e referências ao passado da franquia, reforçando a proposta narrativa evocada por Requiem.

Resident Evil 9: Requiem chega em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC, com versões via Steam, Epic Games Store e GeForce Now.

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Quando a Capcom divulgou o teaser “Evil Has Always Had A Name”, muitos fãs imediatamente passaram a buscar conexões com personagens, eventos e histórias do passado da franquia. 

Confira nossa análise e REact do teaser:


Entre teorias e análises, um detalhe chamou a atenção de quem conhece a fundo a franquia: a forte semelhança temática com Lucy e Regan Mallet, personagens do capítulo 3 de Resident Evil Outbreak File #2. 

A discussão ganhou ainda mais força após Suzi Hunter, criadora de conteúdo de games, trazer o tema à tona em suas mídias. A observação chamou nossa atenção e foi justamente esse olhar atento para detalhes esquecidos da franquia que nos motivou a aprofundar a análise e dar origem a este artigo.


Diferente dos heróis armados e treinados que costumam protagonizar a saga, Lucy e Regan representam algo muito mais cru e perturbador: o horror vivido por civis comuns, presos no colapso de Raccoon City.

Regan Mallet era apenas uma moradora de Raccoon City tentando salvar o que tinha de mais importante: sua filha, Lucy. Durante o chamado Incidente de Destruição de Raccoon City, ao perceber que todas as rotas principais estavam bloqueadas pelos militares, Regan toma uma decisão desesperada, mas lógica. 

Em vez de enfrentar barricadas e soldados e ir para a delegacia da cidade, ela opta por fugir pela floresta, atravessando as Montanhas Arklay. Durante a travessia, Regan é atacada por criaturas conhecidas como Scissor Tails, e acaba se separando de Lucy. Ferida e indefesa, ela consegue chegar até uma cabana isolada, onde permanece aguardando, sem saber se sua filha ainda está viva.


Lucy, por sua vez, acaba sozinha próxima ao Rio Aimes, assustada, sem entender completamente o que está acontecendo, apenas sabendo que perdeu a mãe em meio ao caos.

O capítulo 3 de Resident Evil Outbreak File #2 constrói uma das narrativas mais humanas de toda a franquia. Quando os sobreviventes encontram Regan ferida na cabana, ela não pede armas, nem vingança, pede apenas ajuda para encontrar Lucy.

Antes disso, Regan entrega aos jogadores um pingente feito à mão, que pertencia à filha. Um detalhe simples, mas carregado de significado. Ela sempre dizia a Lucy para não falar com estranhos, e o pingente se torna a única forma de provar que aqueles sobreviventes realmente a conhecem.

Quando Lucy é encontrada à beira do rio, ela inicialmente desconfia. Mas ao ver o pingente, entende que aquelas pessoas falam a verdade e decide segui-las. O reencontro entre mãe e filha na cabana é silencioso, contido, e justamente por isso tão impactante. Não há discursos heroicos. Apenas alívio.

Trecho da história retirada da página Resident Evil Fans, no instagram!


“O mal sempre teve um nome” É aqui que a conexão com o teaser da Capcom começa a ganhar força. Lucy e Regan não enfrentam vilões icônicos, não trabalham na Umbrella e não entendem o funcionamento do T-Virus. 

Ainda assim, suas vidas são destruídas por ele. O mal, para elas, não tem forma definida, mas tem consequências claras. O nome do mal, nesse contexto, não é apenas Umbrella ou T-Virus. É perda, separação, medo, silêncio. A tragédia de Lucy e Regan mostra que o verdadeiro horror de Resident Evil não está apenas nos monstros, mas no impacto humano que eles deixam para trás. E essa ideia se encaixa perfeitamente na mensagem sugerida por Evil Has Always Had A Name.


Durante anos, Resident Evil Outbreak foi tratado como um spin-off esquecido, limitado ao seu tempo, havia dúvidas até mesmo se ele era "canônico" ou não. No entanto, histórias como a de Lucy e Regan provam que ele sempre foi uma das experiências mais maduras e emocionais da franquia.

Se o teaser realmente indica que a Capcom está revisitando esse tipo de narrativa mais íntima, mais humana e menos grandiosa, então talvez estejamos diante de um novo momento para Resident Evil. Um momento em que o horror não precisa gritar para ser ouvido.

O próprio título Resident Evil 9: Requiem parece reforçar essa leitura. Tradicionalmente, um requiem é uma missa fúnebre, um ritual de despedida. Não apenas da vida, mas daquilo que já se foi e não pode ser recuperado.

Nesse sentido, Requiem soa menos como um novo começo e mais como um adeus às cicatrizes deixadas por Raccoon City, às vidas anônimas interrompidas e às histórias que nunca tiveram um final heroico.


Beijooos, Bia <3


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No dia 21 de janeiro de 1998, o mundo conheceu um dos jogos mais importantes da história dos videogames: Resident Evil 2. Lançado originalmente para o PlayStation One, o título da Capcom não apenas deu continuidade ao sucesso do primeiro Resident Evil, como elevou o gênero survival horror a um novo patamar!

Confira nossa gameplay de Resident Evil 2, jogando o cenário A com a Claire!


28 anos após seu lançamento, Resident Evil 2 continua sendo referência absoluta quando falamos de survival horror, narrativa ambiental e construção de tensão.

O caos em Raccoon City

Diferente do primeiro jogo, que se passava quase inteiramente dentro de uma mansão, Resident Evil 2 expandiu o universo da franquia ao apresentar Raccoon City. A cidade havia sido completamente tomada pelo surto do T-Vírus, resultado direto dos experimentos da Umbrella Corporation. Ruas desertas, delegacia abandonada e criaturas grotescas transformavam cada passo em uma decisão de vida ou morte.

A icônica Delegacia de Polícia de Raccoon City (R.P.D.), construída sobre um antigo museu, se tornou um dos cenários mais memoráveis dos videogames. Seus corredores labirínticos, trilha sonora tensa e iluminação sombria criavam uma sensação constante de perigo, mesmo quando nenhum inimigo estava à vista.

Esse cenário ampliou a escala do horror e deu à franquia um senso de tragédia coletiva, algo pouco explorado nos jogos da época, pelo menos em jogos de survival horror.


Leon e Claire: dois lados da mesma tragédia

Outro grande acerto de Resident Evil 2 foi a introdução de Leon S. Kennedy e Claire Redfield, dois personagens que representam perspectivas distintas do mesmo desastre.

Leon é um policial novato, vivendo seu primeiro dia de trabalho, que rapidamente se transforma em um pesadelo sem precedentes. Já Claire é uma jovem universitária que chega a Raccoon City em busca de seu irmão desaparecido, Chris Redfield, um dos protagonistas do primeiro jogo.

Esse encontro inesperado em meio ao caos dá início a uma das narrativas mais marcantes da franquia. Embora compartilhem o mesmo cenário e enfrentem horrores semelhantes, Leon e Claire vivenciam a tragédia de formas diferentes, o que torna a experiência ainda mais envolvente.

Esse foi um dos grandes trunfos apresentados por Resident Evil 2 em seu lançamento: dois personagens jogáveis com campanhas interligadas, que se complementam e se expandem mutuamente. A estrutura, conhecida como sistema A/B, incentivava o jogador a revisitar a história, revelando novos eventos, áreas exclusivas, mudanças sutis na narrativa e diferentes desfechos, reforçando a sensação de que cada escolha importava.

Resident Evil 2 também foi o primeiro jogo da franquia a utilizar o sistema de "zapping". Que trata-se de uma mecânica de jogabilidade que faz com que as ações realizadas na primeira jogada (Cenário A), afetem diretamente o ambiente, itens e história da segunda jogada (Cenário B), com o outro personagem!

     Confira nossa gameplay de Resident Evil 2, jogando o cenário B com o Leon!


Atmosfera, medo e ambientação

Resident Evil 2 aperfeiçoou tudo o que o primeiro jogo havia apresentado, trazendo uma trilha sonora mais sutil e opressiva, aumentando a tensão dos jogadores. Uma maior variedade de inimigos e bem mais ameaçadores. Tudo isso contribuiu para uma experiência, ainda maior, de terror psicológico, onde o medo não tinha apenas dos monstros, mas da escassez de recursos e da constante sensação de vulnerabilidade.


Um legado que atravessa gerações

Assim como o primeiro jogo, Resident Evil 2 também recebeu um remake, que apresentou sua história a uma nova geração de jogadores. Mesmo com mudanças sutis e a redução das diferenças entre os cenários A e B, o título foi um sucesso absoluto, ultrapassando a marca de 15 milhões de cópias vendidas e se consolidando como o jogo mais vendido de toda a franquia!

Ainda assim, o Resident Evil 2 original envelheceu de forma impressionante. Mesmo após quase três décadas, a versão de 1998 continua conquistando novos jogadores, mantendo sua relevância tanto técnica quanto emocional, provando que um bom design e uma atmosfera bem construída são atemporais.

Trailer de lançamento dirigido pelo pai dos filmes de zumbis

Para promover Resident Evil 2, a Capcom apostou alto e contou com ninguém menos que George A. Romero, o lendário diretor considerado o pai dos filmes de zumbis.

Romero chegou a ser convidado inicialmente para dirigir o primeiro filme live-action da franquia Resident Evil e até escreveu um roteiro para o projeto. No entanto, a ideia acabou sendo descartada pelo estúdio antes de sair do papel.

O que muitos fãs não sabem é que, mesmo assim, George Romero deixou sua marca na franquia. Ele foi o responsável pela direção de um comercial live-action de Resident Evil 2, lançado como parte da campanha de divulgação do jogo.

O trailer capturava perfeitamente o clima de horror, desespero e caos de Raccoon City, unindo o universo dos games com a linguagem clássica do cinema de zumbis, uma colaboração histórica que reforça ainda mais a importância de Resident Evil 2 dentro da cultura pop. 



Passados 28 anos, Resident Evil 2 continua sendo muito mais do que um clássico: é um pilar da história dos videogames. Seja na versão original de 1998 ou em seu aclamado remake, Resident Evil 2 provou que grandes jogos não envelhecem, eles se tornam eternos!

Beijooos, Bia <3

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A Capcom anunciou nesta sexta-feira (2) que Resident Evil 9: Requiem já ultrapassou a marca de quatro milhões de adições às listas de desejos nas lojas digitais. O jogo será lançado em 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PC, e promete levar os jogadores de volta à devastada Raccoon City. 

O anúncio foi feito por meio do perfil oficial de Resident Evil no Twitter/X e reforça o alto nível de expectativa em torno do título meses antes de seu lançamento.

O retorno a Raccoon City, um dos cenários mais icônicos da franquia, sugere que Resident Evil 9: Requiem deve apostar fortemente na nostalgia e no peso narrativo construído ao longo de quase três décadas. Marcada pelo surto do T-Virus e pela queda da Umbrella, a cidade permanece como um símbolo do horror biológico que ajudou a definir a identidade da série.


Com milhões de jogadores acompanhando cada novidade e atentos a possíveis pistas escondidas em materiais promocionais, a expectativa é de que Requiem represente não apenas um novo capítulo, mas também um ponto-chave para o futuro da franquia. A Capcom, por sua vez, segue alimentando o mistério, indicando que ainda há muito a ser revelado até a estreia oficial.


Vale lembrar que a Capcom ainda prepara mais novidades para este mês. A empresa já confirmou a realização de um novo showcase, no qual é esperado que Resident Evil 9: Requiem volte a ganhar destaque. A apresentação deve trazer informações inéditas sobre o jogo e quem sabe até uma DEMO, elevando ainda mais a expectativa dos fãs à medida que o lançamento se aproxima.

Enquanto isso, seguimos em nossa maratona, consumindo todo o conteúdo canônico da franquia!

Confira o cronograma oficial das lives.

As lives anteriores já estão sendo publicadas no canal do BiaPlay no YouTube, e uma playlist completa com os episódios já está disponível!

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